O neobux funciona?

Dezembro 7, 2009

Sites denominados Paid To click são já vulgares na internet, uns oferecem mais dinheiro, outros mais dinheiro por cada referido, outros a possibilidade de clicks infinitos (ou quase), o problema é que, quando a fartura é muita algo vai correr mal.É frequente depararmos com sites do género da Neobux que parecem promissores do ponto de vista dos nossos ganhos mas que, passados alguns dias ou semanas, já não existem.

Este conceito PTC é na verdade muito simples, por cada anuncio que veja ou que os seus referidos vejam ganha um determinado valor previamente estipulado. Os valores em média são de 0,01 cent embora possam chegar aos 100$ (estes são os que parecem promissores, mas….).

O Neobux funciona porque, não só paga de imediato mas, essencialmente porque não paga se não visualizar os seus próprios anúncios.Pois é, a maioria das pessoas quer ganhar dinheiro automaticamente sem fazer nada (embora seja quase possível) e em alguns PTC isso é possível, após angariar um numero razoável de referidos deixa-se de visualizar os próprios anúncios (retirando dividendos ao site) e pronunciando a sua morte.

Um artigo interessante sobre a Neobux pode ser lido neste site sobre ganhar dinheiro de diversas formas.

Redes sociais

Setembro 27, 2009

«De facto, quase todas as coisas que valorizamos (…) podem ser produzidas por nós ou em colaboração com as pessoas com as quais interagimos socialmente, simplesmente porque queremos»
In Wikinomics, Don Tapscott, Anthony D. Williams

O mundo das redes virtuais está em constante evolução: estima-se que aproximadamente 65% dos utilizadores de internet a nível mundial façam parte de uma rede online, o que equivale aproximadamente a 700 milhões de indivíduos, com idade superior a 15 anos (fonte: comScore).

Neste universo é cada vez maior o peso de utilizadores com idades a partir dos 43 anos, que lêem notícias online e comentam blogs e fóruns numa base regular. De acordo com um estudo da Forrester Research para a Europa, relativo a 2008, cerca de 47% da geração Younger Boomers (43-52 anos) acedia a redes sociais.

Para os detratores destas redes, como factor de alienação do indivíduo, apresentam-se dados que indicam que a primeira motivação para a participação no fenómeno social online é a de reforçar e acompanhar relações já existentes.

O que fazem estes utilizadores nestes redes sociais?

A maior rede social , o Facebook, 4º maior site a nível mundial, alcançou em Junho deste ano 340 milhões de visitantes únicos (um incremento de 157% face a 2008).

O Facebook foi criado em 2004 como uma rede exclusiva para estudantes de Harvard. Em 2005 abriu as portas a outras escolas, progredindo depois para participação de redes de trabalho. Só em 2006 esta rede tornou-se acessível para todos os utilizadores de internet. Actualmente o Facebook concorre com outros sites globais no top dos mais visitados.

Top de Visitantes Únicos ao nível Mundial (Junho, 2009):

Google Sites: 844 milhões
Microsoft Sites: 691 milhões
Yahoo! Sites: 581 milhões
Facebook: 340 milhões
Wikimedia Foundation sites: 303 milhões
AOL: 280 milhões
eBay: 233 milhões
CBS Interactive: 186 milhões
Amazon: 183 milhões
Ask Network: 174 milhões
Fonte: comScore

O fenómeno das redes sociais não se limita a estas redes mais mediáticas, nem tão pouco podemos depreender sobre a hegemonia dos EUA. É à Russia que pertencem os utilizadores de redes sociais mais activos do mundo, com uma média de 6,6 horas por mês dispendidos em contactos online. A rede mais popular é a Vkontakte com mais de 14 milhões de visitantes.

Top 20 das audiências de redes sociais
(+ 15 anos)

Média de Horas por
Utilizador/mês

Mundo
3,7

Russia
6,6

Brasil
6,3

Canadá
5,6

Espanha
5,3

Finlândia
4,7

Reino Unido
4,6

Alemanha
4,5

EUA
4,2

Irlanda
3,8

Turquia
3,7

França
3,6

Austrália
3,4

Nova Zelandia
3,4

Suiça
3,2

Itália
3,2

Outro pressuposto em queda acentuada é o de reduzir a utilidade das redes online ao lazer e shopping. A acompanhar a expansão destas redes virtuais está o crescente poder que estas conferem ao Indivíduo, ao dar-lhe Voz – formando notícias, partilhando informação, criando grupos de opinião e outros fenómenos de mobilização –, gerando factos que impactam fortemente governos e empresas. E o reverso também acontece. Sim, porque todos nós deixamos a nossa “assinatura digital”.

Uma nova ferramenta de negócio

A possibilidade “infinita” de colaboração entre pessoas, com competências específicas, colaborando por iniciativa própria, por lazer ou com mandato profissional alterou por completo o ambiente que outrora caracterizava o palco de interacção entre empresas e indivíduos.

A reciprocidade caracteriza estas comunidades de redes virtuais, onde consumidores e empresas se encontram ambos acrescidos de poderes para influenciar o real.

Assim como o indivíduo ganha mais poder de intervenção, com capacidade de, em conjunto com os seus pares, moldar decisões de índole política ou comercial, a sua participação nestas redes online expõe intimamente o seu perfil pessoal e o seu perfil-consumidor. São cada vez mais as empresas e marketeers que seguem de perto as diferentes redes sociais e para os mais diversos fins: prospecção, co-criação, gestão da marca, entre outros.

Um questionário realizado junto de mais de uma centena de marketeers globais conclui que são cada vez mais a empresas que usam as redes sociais como uma ferramenta de marketing. Um dos principais motivos desta tendência diz respeito ao baixo custo desta ferramenta, comparada com grandes investimentos em meios tradicionais de publicidade, no lançamento de produtos e serviços. 83% dos maiores anunciantes nos EUA utilizam o Facebook.

Capital Intelectual

Uma outra dimensão desta relação cibernética diz respeito ao acesso a capital intelectual por parte das empresas, bem como o fenómeno de co-criação.

A possibilidade de realizar aquilo que se gosta, o que se sabe ter competência ou aptidão para fazer, pode em muito representar o sucesso das redes virtuais. Quer para o indivíduo, que se empenha pessoalmente em algo que lhe apraz, como para as empresas que beneficiam de um potencial resultante da conjugação de gosto em fazer e competência para fazer.

As redes de negócio são um outro segmento em expansão. Sendo das primeiras, o uso destas redes de trabalho e investigação ganha força como centros de inovação e empreendorismo.

Estas comunidades de nível global ou regional, onde participam pequenas e grandes empresas, e indivíduos com competências especificas, permitem que factores de inovação, como capital intelectual, infra-estruturas tecnológicas e aptidões específicas dos países se movimentem entre fronteiras e culturas distintas. Um caldeirão de novas ideias. Ideias novas, reinventadas, reformuladas, enfim um fluxo contínuo de reciclagem de conceitos e métodos.

Em conclusão …

Independentemente dos padrões que venham a denominar, os benefícios destas plataformas sociais encontram-se hoje bem demonstrados, quer para as empresas, ao permitirem criar estruturas mais leves e inovadoras, como para o Individuo, proporcionando acesso à informação transparente, ao mercado laboral, investidores, a parceiros de colaboração.

O poder destas redes sociais na remoção de muitos dos obstáculos à inovação resulta do facto de conectar recursos outrora separados, residentes em redes, geografias e culturas distintas.

As empresas que melhor se souberem posicionar na utilização destas plataformas para a concretização dos seus objectivos estratégicos, serão certamente beneficiárias de uma vantagem competitiva face aos seus congéneres. Quer pela vertente prospecção e acompanhamento das tendências dos seus consumidores potenciais, quer pela possibilidade de aceder a uma rede de partilha de conhecimentos específicos.

Nascidos antes de 1986

Setembro 27, 2009

Nasceste antes de 1986?

Então lê isto…
Se não… lê na mesma….

Esta merece!!!!!

Deliciem-se…

Nascidos antes de 1986.
De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas ‘à prova de crianças’, ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.

Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, e viajar à frente era um bónus.

Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.

Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.

Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.

Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que nos esquecemos de montar uns travões.

Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.

Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes do escurecer.

Estávamos sempre incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box.

Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.

Tínhamos amigos e se os queríamos encontrar íamos à rua.

Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!

Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossos mas sempre sem processos em tribunal.

Havia lutas com punhos mas sem sermos processados.

Batíamos às portas de vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Íamos a pé para casa dos amigos.

Acreditem ou não íamos a pé para a escola;

Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.

Criávamos jogos com paus e bolas.

Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais irem-nos safar.

Eles estavam do lado da lei.

No entanto, esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.

Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.

Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, ‘para nosso bem’.

Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostassem de ler acerca de nós.

Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho… E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.

A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986, ou depois. Chamam-se jovens.

Nunca ouviram ‘We are the world’ e “Uptown girl” conhecem a de Westlife e não a de Billy Joel.

Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.

Para eles sempre houve uma só Alemanha e um só Vietname.

A SIDA sempre existiu.

Os CD’s sempre existiram.

O Michael Jackson sempre foi branco.

Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo tivesse sido um deus da dança.

Acreditam que Missão Impossível e Anjos de Charlie, são filmes do ano passado.

Não conseguem imaginar a vida sem computadores.

Não acreditam que houve televisão a preto e branco.

Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão à vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a da primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.
8. Vais encaminhar este e-mail para outros amigos porque achas que vão gostar.

SIM ESTAMOS A FICAR VELHOS
heheheh , mas tivemos uma infância do caraças.

Anuncia e ganha dinheiro

Novembro 2, 2008
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